quinta-feira, agosto 04, 2016

A chuva e a reacção

Não se faz!

Agora que o governo ( PS, BE e PCP) decidiu taxar o sol, vem a chuva.


A Norte!

É a reacção!


A natureza não perdoa!

segunda-feira, julho 11, 2016

“TERMINAIS PORTUÁRIOS E INFRA-ESTRUTURAS LOGÍSTICAS EM PORTUGAL”


A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PORTO DESENVOLVEU UM ESTUDO SOBRE:

 “TERMINAIS PORTUÁRIOS E INFRA-ESTRUTURAS LOGÍSTICAS EM PORTUGAL”.

Vale a pena ler, aqui

segunda-feira, maio 09, 2016

TAP

Lembra bem, aqui, Nuno Botelho:


"Em suma: muito menos do que era mau em ligações a Milão ou a Barcelona passa a ser ótimo e maravilhoso em voos domésticos..."...

segunda-feira, março 14, 2016

XVI congresso do CDS

Uma nova vida para o CDS!

Assunção Cristas ganhou, merecidamente, o último congresso do CDS.

Ao trabalho!

Com todos a procurar ajudar!


segunda-feira, fevereiro 29, 2016

XVI congresso CDS



Está à porta o congresso do CDS.


As moções já estão apresentadas.


O AR, como sempre tem feito, tem a suas ideias apresentadas e em análise como aqui .






Venha daí o congresso, novo rumo e a nova liderança!

domingo, fevereiro 28, 2016

Política e religião

E não é que o bloco, agora no poder, entusiasmado com o cumprimento de Costa a Catarina, resolve atacar no plano religioso?

Tentou recuar, mas já não dá! Está feito!

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Triste Norte

O desinvestimento da TAP no aeroporto Francisco Sá Carneiro é mais um passo no hipercentralismo em Portugal. Trata-se de uma medida de gestão irresponsável na medida em que se trata de uma empresa detida parcialmente pelo Estado. A estratégia não devia ser sobrecarregar a Portela para haver pretexto para construir um novo aeroporto de Lisboa. A estratégia devia ser um plano para desenvolver todo o país. No seu todo. Servir convenientemente o Norte exportador.

Por cá, no Norte, saúdo as intervenções de Rui Moreira, Rui Rio e PSD Porto. O resto anda a dormir?

domingo, fevereiro 07, 2016

Um orçamento para o bem da Nação

Em abril de 2011, quando Portugal foi obrigado a pedir um resgate financeiro, a explicação da generalidade dos analistas económicos (nacionais e internacionais) era que o país acumulava cronicamente défices (orçamentais e externos) e que tal resultava de uma, também ela crónica, falta de competitividade económica. Portanto, ao contrário da Irlanda e de Espanha, o desequilíbrio português era a economia, ou a falta dela, e não propriamente uma crise do sistema financeiro (pelo menos à luz de 2011).

A assistência financeira foi feita reduzindo custos de trabalho e aumentando (ainda que residualmente) a competitividade económica à custa, sobretudo, de uma reforma do IRC.

Em 2015, o programa eleitoral do PS visava corrigir estratégias anteriores restaurando o consumo e, por essa via, melhorando a economia. Isto é, aproveitava a folga orçamental obtida na última legislatura de PSD/CDS para estimular a economia.

Em 2016, no entanto, o que se depreende efectivamente é que o orçamento apresentado não é um documento equilibrado ou que respeite as premissas do programa eleitoral do PS ou do próprio Mário Centeno (tendo em conta as suas várias intervenções públicas). Na verdade, gostaria que os vários apoiantes e membros do actual Governo (em especial, o actual ministro das Finanças) fizessem o seguinte exercício: que se imaginassem estar a analisar este orçamento de 2016 no dia anterior às eleições legislativas de 6 de outubro e, em consciência, dissessem se seria um bom orçamento ou não. 


Na minha, perspectiva este orçamento não é bom para o País nem tão pouco para o PS. Serve apenas a minoria populista que sustenta o Governo.